As operações de fiscalização da Guarda Nacional Republicana decorreram em todo o país entre 18 e 24 de setembro. A condução sob o efeito do álcool, a falta de habilitação e o excesso de velocidade voltaram a liderar as ocorrências.
A Guarda Nacional Republicana deteve 633 pessoas em flagrante delito e registou 8 257 infrações rodoviárias durante um conjunto de operações de fiscalização intensiva realizadas em todo o território nacional, no período compreendido entre os dias 18 e 24 de setembro.
No capítulo das detenções, a condução sob o efeito do álcool continuou a ser a principal causa de detenção, representando 228 dos casos registados, seguida da condução sem habilitação legal, que levou à detenção de 123 cidadãos. No âmbito do combate à criminalidade geral e organizada, os militares da GNR efetuaram ainda 67 detenções por tráfico de estupefacientes, 36 por furto e roubo e 21 no âmbito de processos por violência doméstica.
Durante as ações no terreno, as forças de segurança apreenderam um volume significativo de material ilícito, com destaque para mais de 18 mil doses de haxixe, além de quantidades diversas de cocaína, MDMA, liamba e heroína. Na vertente do combate ao crime violento e posse proibida, foram apreendidas 19 armas de fogo, 16 armas brancas ou proibidas, 617 munições, 21 veículos, três embarcações e 2 230,72 euros em numerário.
No que diz respeito à fiscalização do trânsito nas vias rodoviárias, o excesso de velocidade destacou-se como a infração mais cometida pelos condutores, contabilizando 1 085 autos de contraordenação. A falta de inspeção periódica obrigatória surgiu em segundo lugar com 969 casos detetados. Os militares registaram igualmente diversas irregularidades relacionadas com deficiências de iluminação e sinalização, tacógrafos, ausência de seguro de responsabilidade civil e utilização indevida do telemóvel durante a condução.















