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Quinta-feira, Agosto 11, 2022
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Eliminação de pórtico no Neiva na A28 finalmente discutido na AR

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A petição pela eliminação do pórtico de Neiva da Autoestrada 28 (A28), com mais de sete mil assinaturas e entregue em 2017 no parlamento, vai ser discutida em plenário na quinta-feira, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a Confederação Empresarial do Alto Minho (CEVAL), estrutura que representa cerca de 5.000 empresas do distrito de Viana do Castelo, adiantou hoje que a reunião plenária que discutirá o documento está marcada para as 15h00.

A CEVAL adiantou que irá estar representada na naquela sessão pelos seus órgãos sociais.

Em causa está o pórtico de Neiva da A28, antiga SCUT (Sem Custos para o Utilizador) que liga Viana do Castelo ao Porto, situado à entrada de uma zona industrial da capital do Alto Minho e que é considerado “entrave” à atividade empresarial da região.

A recolha de assinaturas foi iniciada em abril de 2017. A iniciativa foi promovida “conjuntamente com as associações empresariais que constituem a CEVAL, nomeadamente, ACIAB – Associação Comercial e Industrial dos Arcos de Valdevez e Ponte da Barca, ACICMM – Associação Comercial e Industrial dos concelhos de Monção e Melgaço, AEPL – Associação Empresarial de Ponte de Lima e AEVC – Associação Empresarial de Viana do Castelo”. 

Recorde-se que a último posição pública sobra os pórticos da A28 da Câmara de. Esposende remonta a julho de 2016. O Município deu seguimento a um ofício aprovado em reunião de Câmara e que foi enviado ao então ministro da altura Pedro Marques.

«Com a introdução de barreiras portajadas verificamos uma multiplicação das dificuldades de circulação de pessoas e bens, um assustador aumento da sinistralidade e insegurança rodoviária na EN13, que não é, nem nunca foi, alternativa ao IC1, há uns tempos a esta parte, por razões puramente de ordem contributiva, apelidado de A28», lia-se no ofício enviado ao ministro e à Assembleia da República.

A implementação de portagens na A28, desde 15 de outubro de 2010, provocou, segundo a autarquia esposendense, todo um conjunto de constrangimentos, revelando-se, desde então, um forte entrave à competitividade e atratividade do Município, assim como de toda a região, em termos residenciais e turísticos.

«Esta situação é ainda mais grave se atendermos ao facto de esta mesma via não ser portajada para norte de Viana do Castelo, assim como as ligações até Ponte de Lima, o que faz com que o município de Esposende seja o primeiro a ver o troço da A28 integralmente portajado», destacou na altura o executivo.

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