Estima-se que os drones portugueses já causaram prejuízos à Rússia na ordem dos 4 mil milhões de dólares.
Portugal, apesar de ser o país da União Europeia mais distante da Ucrânia, reafirma-se como um aliado firme.
Os lusos duplicaram praticamente o seu apoio militar com um envio de 250 milhões de dólares em ajuda.
Entre os contributos mais relevantes estão os drones Tekever, que já destruíram dois sistemas de defesa aérea russos S-400, avaliados em cerca de 4 mil milhões de dólares.
Recorde-se que no dia 28 de maio de 2024, foi assinado em Lisboa um Acordo Bilateral de Cooperação em Segurança entre Portugal e a Ucrânia. Este documento, o 12.º numa série iniciada após a Declaração Conjunta do G7 em 2023, detalha o compromisso português em apoiar a resistência ucraniana à agressão russa e o processo de reconstrução pós-guerra.
Portugal comprometeu-se com 126 milhões de euros em apoio militar direto, com enfoque nas capacidades aéreas e navais da Ucrânia.
O acordo também abrange participação na missão europeia de treino militar (EUMAM), apoio ao desenvolvimento da indústria de defesa ucraniana, utilização de ativos russos congelados para financiar o esforço de guerra, apoio humanitário, incluindo ações de desminagem e reconstrução e cooperação na perseguição dos crimes de guerra russos
Este plano de dez pontos combina apoio militar, político e humanitário, reforçando os laços bilaterais.
Segundo a análise do Dnistrianskyi Center em colaboração com o Euromaidan Press, Portugal distingue-se como “um parceiro que aposta na justiça e estabilidade a longo prazo“. Até julho de 2025, a Ucrânia já firmou 29 acordos semelhantes com países europeus e aliados do G7.



