Um dia mau para a arbitragem portuguesa e que lesou o SC Braga num jogo, frente ao Benfica na Pedreira, que terminou empatado a 2-2.
Um encontro grande da jornada que ficou fortemente marcado por decisões polémicas da equipa de arbitragem e do VAR, claramente prejudiciais aos guerreiros.

A primeira parte foi de claro ascendente dos minhotos, que entraram mais intensos, dominadores e a assumir o controlo do jogo desde o apito inicial. Logo aos 5 minutos, Ricardo Horta esteve muito perto de inaugurar o marcador com um potente remate de fora da área, valendo ao Benfica a atenção de Trubin.

Pouco depois, o SC Braga ainda viu um golo ser inexplicavelmente anulado, numa decisão que deixou dúvidas e revolta nas bancadas, sem que fosse perceptível a infração assinalada pelo árbitro.
Logo a seguir o árbitro não quis ver um pisão claro dentro da área dos lisboetas sobre Pau Vitor. Ficou grande penalidade por marcar.
Contra a corrente do jogo e numa fase em que o SC Braga era claramente superior, o Benfica chegou ao golo aos 29 minutos, por Otamendi, na sequência de um lance precedido de uma falta grosseira – empurrão dentro de área – não sancionada, situação ignorada tanto pelo árbitro como pelo VAR.
Os Guerreiros não baixaram os braços e continuaram à procura do empate, que acabaria por surgir aos 38 minutos. Pau Víctor viu o lance ser cortado pela mão dentro da grande área, num lance que não deixou margem para dúvidas.

Zalazar foi chamado a converter a grande penalidade, restabelecendo a igualdade. Ainda antes do intervalo, nos descontos, Pau Víctor voltou a ser decisivo, protagonizando um momento de grande qualidade individual para consumar a reviravolta e colocar o SC Braga em vantagem (2-1). Intervalo na Pedreira com justiça no marcador.
Na segunda parte, com o lisboetas em busca do empate, a arbitragem voltou a ser protagonista. Num lance de ataque dos minhotos, o árbitro beneficiou o infrator, numa clara falta que transformou em “lei da vantagem”, e Aursnes empatou num remate à entrada da área do SC Braga.
O sentimento de injustiça em torno da arbitragem era grande.
O encontro manteve-se intenso, disputado e com mais oportunidades para o conjunto treinado por Vicens, mas o resultado não mais se alterou até ao apito final. Já nos descontos, Ricardo Horta viu o segundo cartão amarelo e foi expulso, numa decisão também contestada pelos minhotos que não se percebe.
No final, divisão de pontos entre Guerreiros e benfiquistas, num jogo que deixa forte contestação à arbitragem e a sensação de que o SC Braga poderia ter saído com mais do que um empate.





Pior análise futebolística que vi na minha vida, tira as palas otário