Houve concertos e houve noites. E depois houve aquela noite. A noite em que Kevinho pisou o palco principal do Festival da Juventude de Barcelos e a cidade simplesmente parou.
A Frente Ribeirinha, palco da 5.ª edição do festival, encheu de tal forma que era difícil encontrar um palmo de chão livre . A praça, o cais, as esplanadas… tudo invadido por uma multidão que respirava ao ritmo do “passinho do Romano” e do “Olha a Explosão”.
O brasileiro, cabeça de cartaz da noite de sexta-feira, não desiludiu. Trouxe a energia dos palcos internacionais e entregou-a a uma plateia que cantou cada verso, dançou cada batida e pediu bis até à exaustão .
O concerto, com entrada livre, provou que Barcelos tem fome de grandes eventos.
O ambiente era de pura festa, uma celebração da cultura urbana que uniu gerações e fez da cidade um ponto de encontro obrigatório.
Não foi só um concerto. Foi a prova de que, quando a música é boa e a energia é contagiante, o Rio Cávado ganha vida e a noite ganha cor .
Kevinho chegou, viu e… esgotou Barcelos. A noite de 14 de agosto de 2026 vai ficar na memória de todos os que estiveram na Frente Ribeirinha. Foi, sem dúvida, um dos momentos altos do Festival da Juventude.








