“É preciso relembrar que a autoridade de saúde encerrou o centro, de forma preventiva, pois poderia haver riscos para a saúde, algo que concordo pois não se pode expor as pessoas ao risco”, afirmou, na reunião de Câmara, o presidente; Benjamim Pereira. Importante, agora, é que nos fizessem chegar os resultados da avaliação de risco”.
“Esta é uma situação que a ACER tem de responder publicamente pois não é nossa a responsabilidade do encerramento”, acusou Benjamim Pereira.
No entanto, a “autarquia está já a tomar passos para a reabilitação do edifício de forma a eliminar as possíveis causas do risco, nomeadamente o piso”, salientou o autarca. Para isso será lançado o concurso para a reabilitação no valor de 500 mil euros. “É um processo que leva algum tempo, pois temos a fase do concurso e depois a execução das obras”, referiu o edil apontando para 2024 a reabertura do centro de saúde.
Tal não invalida que a autarquia deixe cair desde já a hipótese do espaço alternativo, nas antigas instalações da Cruz Vermelha, sendo que a autarquia vai avaliar se pode efetuar alguma intervenção que permita o funcionamento deste espaço.