O presidente daquela CIM, Ricardo Rio, lembrou que “o próprio Estado está a ganhar com o agravamento dos custos que as autarquias estão a suportar”.
“Na CIM do Cávado, entre 2021 e 2022, em termos de todos os consumos de eletricidade, estamos a falar de um agravamento de cerca de 3,5 milhões de euros, ou seja, cerca de 30 por cento. Se formos olhar só para a iluminação pública, estamos a falar mais de 2,5 milhões de euros”, sublinhou.
A CIM do Cávado engloba os concelhos de Amares, Braga, Barcelos, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde.
Ricardo Rio, que é também presidente da Câmara de Braga, considera que os municípios deviam sofrer um desagravamento da taxa de IVA da eletricidade, passados dos atuais 23 por cento para 6 por cento, a taxa mínima.
Refere que os “17 por cento de IVA que os municípios estão a pagar a mais” seriam “muito mais bem aplicados” se fossem canalizados para investimentos de eficiência energética, como a generalização da tecnologia led na iluminação pública.