A Autoridade Marítima Nacional contabilizou 31 vítimas mortais nas praias portuguesas entre 1 de maio e 31 de outubro de 2026.
No mesmo período, foram realizados 1479 salvamentos e 2782 ações de primeiros socorros, segundo o balanço divulgado esta segunda-feira, 2 de novembro, pela Autoridade Marítima Nacional (AMN).
A informação abrange ocorrências em praias e outras zonas sob jurisdição da AMN, incluindo locais sem vigilância e praias fora da respetiva época balnear.
Afogamento é a causa provável em 17 mortes
Quanto às causas prováveis, a AMN aponta 17 mortes por afogamento, 12 por doença súbita e duas de causa desconhecida. Esta classificação não significa que todas as mortes tenham ocorrido durante a prática de banhos.
Entre os casos identificados na listagem oficial está uma morte por doença súbita, a 7 de agosto, na Praia das Pedrinhas, em Esposende, classificada como praia marítima vigiada. A relação inclui ainda um afogamento a 19 de julho, na Ilha Morraceira de Lanhelas, em Caminha, num local classificado como praia fluvial ou lacustre não vigiada.
Balanço inclui locais sem vigilância
A AMN distingue as ocorrências registadas em praias vigiadas, em locais sem vigilância e em praias que, à data dos acidentes, estavam fora da sua época balnear. Os números de salvamentos e de primeiros socorros são totais para o período indicado, não permitindo, por si só, estabelecer uma comparação com anos anteriores.
O balanço completo da Autoridade Marítima Nacional apresenta as datas, os locais e as causas prováveis dos acidentes mortais registados.










