Os jacintos-de-água voltaram a cobrir grandes troços do rio Ave.
Desde a Trofa até Vila do Conde existe um manto vegetal verde que, em alguns pontos, impede a visão da água.
A Câmara de Vila do Conde afirma acompanhar “com preocupação” a situação, que se repete ciclicamente e intensifica-se durante o verão.
Junto à ponte D. Zameiro, no lugar de Macieira da Maia, o leito apresenta-se tão preenchido que parece um relvado, estendendo‑se por centenas de metros.
O município reportou o fenómeno às entidades competentes e à comunidade científica, procurando articular uma resposta coordenada.
A autarquia admite que a remoção isolada não chega: “A resposta eficaz ao problema só pode resultar de uma estratégia intermunicipal e interinstitucional”, declarou, apontando para a necessidade de envolvimento da Agência Portuguesa do Ambiente, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte, da Autoridade Marítima, da Área Metropolitana e da Comunidade Intermunicipal do Ave.



