O PREC que explodiu após o 25 de Abril de 1974 foi um mergulho direto rumo ao abismo comunista: perseguições políticas, imprensa amordaçada, nacionalizações feitas à força, bombas nas ruas, empresários sequestrados, e grupos armados da extrema-esquerda a espalhar terror enquanto se apresentavam como “libertadores”.
Portugal estava a centímetros de se transformar numa Venezuela.
A 25 de Novembro de 1975, chegou o golpe final: acabar com eleições, dissolver a Constituinte, instaurar conselhos revolucionários e entregar o país à tutela soviética. Com Otelo a puxar os cordelinhos e o PCP a esfregar as mãos, paraquedistas alinhados com a revolução tentaram tomar o país em poucas horas.

Mas Portugal não se ajoelhou. Militares leais, liderados por Eanes, cortaram o golpe a seco. Sem poesia revolucionária, sem romantismos armados — apenas ordem, firmeza e coragem. Foi o travão que impediu que Portugal se tornasse mais um satélite ideológico, com fuzilamentos simbólicos no Terreiro do Paço e “campos de reeducação” no Alentejo. O 25 de Novembro devolveu a Portugal a possibilidade de ser um país livre.

Só que a história não acabou ali.
Mesmo derrotada militarmente, a esquerda manteve o domínio cultural, académico e mediático. A palavra “direita” tornou-se radioativa. Qualquer partido que quisesse sobreviver teve de vestir roupagens de “social”, “social-democrata”, “humanista”, “solidário”. A Constituição de 1976 — escrita no auge da febre revolucionária — cimentou um país estatizado. Professores, sindicatos, jornalistas, universidades e agentes culturais moldaram por décadas aquilo que se podia pensar, dizer ou criticar. O resultado? Um Portugal preso num discurso único, igual ao de 1975, enquanto o resto do mundo seguiu em frente.
E quando o velho discurso revolucionário começou a cansar, chegou a atualização do software ideológico: o Vírus Mental Woke.

Este Vírus Mental Woke é apenas o PREC 2.0: uma mutação moderna da mesma pulsão revolucionária
A lógica é a mesma — uns são moralmente superiores, outros devem ser silenciados. No PREC tentava-se reeducar a economia; agora tenta-se reeducar a mente. Antes cancelavam jornais e empresários; agora cancelam pessoas comuns, opiniões, humor, ciência, língua. Não há tanques, mas há universidades doutrinadas, media alinhados, influencers militantes e instituições públicas a ditar o vocabulário permitido. É a mesma mão ideológica, apenas com manicure americana e hashtags progressistas.
Portugal nunca tratou a sua febre revolucionária — apenas mudou o termómetro. E enquanto esta hegemonia cultural durar, o país continuará bloqueado, preso ao medo de dizer a palavra proibida: mudança.
O 25 de Novembro não é só o passado: é o ponto de partida para o futuro.
É o dia que deve inspirar uma nova atitude: Fazer Portugal Grande Novamente. Livre. Confiante. Competente!
Viva o 25 de Novembro !



