O presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, afirmou que o concelho “não precisa de ruído, precisa de soluções úteis”, defendendo que o Executivo incorporou grande parte das propostas da oposição no Plano de Atividades e Orçamento Municipal para 2026.
Em declarações na véspera de uma reunião extraordinária do Executivo, o autarca sublinhou que o município integrou 118 propostas da oposição num total de 172, o que corresponde a 68,6%, “praticamente 70%”.
Para João Rodrigues, estes números demonstram que o processo foi conduzido com abertura e sentido de responsabilidade política.
Braga: João Rodrigues desafia oposição para dar contributos para Plano e Orçamento Municipal de 2026
“Abrir este processo à oposição foi uma escolha política e um sinal de responsabilidade”, afirmou, sustentando que muitas das propostas apresentadas já constavam no programa eleitoral da coligação Juntos por Braga, que venceu as eleições autárquicas.
O autarca defendeu ainda que a convergência entre forças políticas se torna possível quando o foco está “nos problemas reais”, criando espaço para consensos e decisões com impacto prático. João Rodrigues destacou que nem todas as propostas têm o mesmo grau de maturidade ou impacto orçamental, havendo medidas incluídas integralmente e outras previstas para implementação faseada.
O Orçamento Municipal de Braga para 2026 ascende a 285 milhões de euros, o maior de sempre, e será votado no Fórum Braga, numa reunião de Câmara extraordinária e aberta ao público.



