O Parque de Campismo de Braga registou 923 hóspedes e 2996 dormidas no primeiro trimestre de 2026, num arranque de ano que o Município considera positivo para a consolidação da atividade turística no concelho.
Entre janeiro e março, o equipamento municipal gerou uma receita global de 24.903 euros, com uma evolução mais forte no último mês do trimestre. Março foi, de longe, o período com maior procura: concentrou 521 hóspedes, 1347 dormidase mais de 10,6 mil euros em receita.
Os números apontam para uma estada média de 3,25 noites por hóspede e uma receita média de 8,13 euros por dormida. Para a autarquia, estes indicadores mostram uma relação estável entre ocupação e faturação, reforçando a sustentabilidade da exploração do parque.
O desempenho ganha peso num contexto nacional menos favorável para o setor do campismo. Segundo dados preliminares do INE citados pelo Município, o segmento registou sinais de abrandamento nas dormidas, mas Braga conseguiu manter níveis relevantes de procura e recuperar ao longo do trimestre.
O vice-presidente da Câmara Municipal de Braga, Altino Bessa, defende que os resultados confirmam a capacidade do concelho para se afirmar como destino turístico competitivo.
“A evolução verificada ao longo do trimestre, com um crescimento bastante cimentado até março, demonstra a eficácia do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na valorização e promoção dos equipamentos turísticos municipais”, afirma o autarca.
Altino Bessa acrescenta que os dados mostram uma Braga “preparada para responder às dinâmicas do turismo contemporâneo”, com uma oferta mais diversificada e capaz de captar diferentes perfis de visitantes ao longo de todo o ano.



