A visita Freguesia a Freguesia serviu para acompanhar obras no Nó de Infias, requalificação de escolas e repavimentações viárias.
O executivo da Câmara Municipal de Braga, liderado pelo Presidente João Rodrigues, realizou esta quarta-feira a sexta visita do roteiro quinzenal Freguesia a Freguesia, centrando os trabalhos na freguesia urbano-central de São Vicente.
O périplo começou na sede da Junta de Freguesia, numa reunião de trabalho com o Presidente da Junta de Freguesia de São Vicente, Artur Monteiro. Em análise estiveram os planos de urbanismo do concelho e o novo PDM, que confere especial apetência de crescimento e capacidade construtiva a zonas estratégicas da freguesia, como a Confeiteira.
No total, o pacote financeiro afeto a empreitadas em execução e a lançar em São Vicente ascende a mais de 4,1 milhões de euros:
“Estamos a aplicar mais de 4,1 milhões de euros em empreitadas em São Vicente, intervenções decisivas, além do tão falado Nó de Infias, agora finalmente no terreno, reforçando toda a centralidade e a mobilidade de Braga.”
Obras em Curso no Nó de Infias, Vias Urbanas e Escola Quinta da Veiga
A comitiva autárquica acompanhou no terreno o desenvolvimento de várias empreitadas essenciais para a mobilidade e coesão da cidade:
- Nó de Infias: Acompanhamento da grande empreitada de remodelação do nó viário estratégico de ligação ao centro de Braga.
- Repavimentação de Vias: Trabalhos de repavimentação na Rua Conselheiro Bento Miguel e na Rua General Norton de Matos.
- Educação: Obras de requalificação e ampliação da Escola Básica Quinta da Veiga.
Proposta para Centro de Dia, Creche e Escola Rodoviária Coberta
Na vertente dos equipamentos sociais, o autarca local Artur Monteiro desafiou o município a estudar o futuro da Escola de Segurança Rodoviária. A proposta apresentada prevê a manutenção do equipamento em recinto coberto sob uma zona ajardinada, integrando no mesmo complexo um centro de dia e uma creche para dar resposta ao crescimento populacional de São Vicente.
O Presidente da Câmara, João Rodrigues, acolheu a proposta como “justa e sensata”, garantindo que os serviços municipais de urbanismo vão estudar a viabilidade técnica e financeira da solução integrada.













