O movimento independente liderado por Ricardo Silva, presidente da Junta de São Victor desde 2013, apresentou a lista completa de candidatos à Câmara de Braga para as eleições autárquicas de 12 de outubro.
Sob o lema “Amar e Servir Braga”, a candidatura propõe uma governação de proximidade, “transparente e sustentável”, valorizando a qualidade de vida urbana, a inclusão social e o património cultural da cidade.
Ricardo Silva, de 44 anos, é licenciado em História e Arqueologia e tem um percurso ligado ao associativismo e à cultura local.
Entre os nomes que o acompanham destacam-se Mário Meireles, doutorado em Engenharia Civil e conhecido ativista da mobilidade sustentável, Marta Mendes, jurista da APAV e conselheira municipal para a igualdade, e Ana Maria Caldeira, antiga diretora do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian.
Na lista figuram ainda José Afonso, ex-presidente da União de Freguesias de Arentim e Cunha, Marina Mendes, especialista em Geociências e autora de projetos de educação ambiental e Tânia Covas, professora e ex-atleta de alta competição.
Inácio Anjos, com longa experiência no desporto, Manuel Rocha, arquiteto, e Susana Ferreira, docente ligada à inclusão social, também integram a candidatura.

Outros nomes do “Amar Servir Braga”
O grupo apresenta igualmente Paulo Morais, gestor e presidente da Associação Rosa Vida; Vítor Teixeira, professor e empresário; Fátima Leitão, especialista em Educação Especial; Bruno Carvalho, gestor logístico; Paula Veras, fundadora de projetos educativos; Faria Fernandes, especialista em Construção Civil; e Hugo Rebelo, ligado à inovação digital e transição estratégica.
Segundo Ricardo Silva, esta é uma equipa “diversificada, com experiência, conhecimento técnico e forte ligação à comunidade bracarense”, preparada para oferecer uma alternativa à atual governação municipal.
O movimento reforça que pretende afirmar uma “política de proximidade, centrada nas pessoas, com foco na sustentabilidade, no desenvolvimento económico equilibrado e na valorização do património cultural e social da cidade”.
A candidatura independente aposta, assim, numa lista composta por diferentes gerações e áreas profissionais, procurando refletir o pluralismo da sociedade bracarense e garantir um projeto inclusivo para o futuro do concelho.





