O Gil Vicente FC pôs fim, esta sexta-feira santa, a uma série de cinco jornadas sem vencer, ao bater o AFS por 3-0, num jogo em que foi mais eficaz, mais agressivo e claramente superior nos momentos decisivos.
A equipa de Barcelos entrou forte e resolveu cedo boa parte da história. Aos 11 minutos, L. Esteves cruzou da direita e Gustavo Varela, com boa receção de peito, rematou de primeira para o fundo da baliza de Adriel, inaugurando o marcador com classe.
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O conjunto gilista manteve a pressão e voltou a criar perigo aos 22 minutos, desta vez por Murilo. Após cruzamento da esquerda de Agustin, o avançado apareceu solto de marcação, mas cabeceou ao lado, desperdiçando uma ocasião clara para ampliar.
O segundo golo acabaria por surgir aos 34 minutos. Num lance infeliz para a defensiva adversária, Aderllane Santos fez um corte defeituoso e a bola sobrou para Murilo, que não perdoou e assinou o 2-0.
Na segunda parte, o AFS entrou com mais iniciativa e tentou reagir, mas continuou a revelar pouca capacidade para transformar posse em verdadeiro perigo.
Pelo contrário, foi o Gil Vicente a voltar a ameaçar primeiro, aos 60 minutos, com um remate de Zé Carlos que ainda sofreu desvio antes de sair para canto.
Só aos 73 minutos surgiu o primeiro lance de registo ofensivo da equipa visitante, com Diego Duarte a rematar ligeiramente por cima da trave da baliza defendida por D. Figueira.
O jogo ficou fechado de vez aos 81 minutos, novamente por intermédio de Gustavo Varela. Num novo lance vindo da direita, a defesa do AFS voltou a comprometer e o internacional sub-21 aproveitou para bisar e fixar o 3-0 final.
Com este triunfo, o Gil Vicente sobe ao 5.º lugar, em igualdade pontual com o Famalicão, embora os famalicenses tenham menos um jogo frente ao Porto nas terras duriuenses.
Foi uma resposta clara da equipa barcelense, com mais de seis mil nas bancadas, que vinha de um ciclo negativo de três derrotas e dois empates. Mais do que os três pontos, o Gil recuperou imagem, confiança e eficácia. E fez isso sem rodeios: entrou forte, aproveitou os erros do adversário e matou o jogo quando teve oportunidade.
Para o AFS, o resultado confirma o mau momento. A equipa mostrou fragilidades defensivas, pouca agressividade nos duelos e raramente conseguiu incomodar de forma séria. Em Barcelos, foi curta para discutir o resultado.




