Um incêndio florestal deflagrou na madrugada de hoje, na freguesia de Belinho, no concelho de Esposende, mais concretamente na encosta da Senhora da Guia.
O alerta, como explicou o comandante dos Bombeiros Voluntários de Esposende, Júlio Melo, foi dado pouco depois das 04h00, e rapidamente os meios de socorro foram mobilizados para o local.
A resposta eficaz dos Bombeiros Voluntários de Esposende, com o apoio das corporações de Barcelos, Barcelinhos e Sapadores Florestais, foi fundamental para travar a progressão das chamas, que ameaçavam a mancha florestal da zona.
“Travamos o incêndio em condições complexas face ao declive e acessos”, destacou Júlio Melo.

Ao final da manhã, o incêndio foi declarado como extinto, estando agora em curso as operações de rescaldo e vigilância.
O presidente da Câmara de Esposende, Guilherme Emílio, sublinhou a importância da preparação atempada e do planeamento coordenado.
“Após avaliação das condições climatéricas, decidimos ontem reunir a Comissão Municipal de Proteção Civil, no sentido de colocar de prevenção os meios necessários para uma rápida intervenção em caso de incêndio. Tomámos ainda diligências para assegurar mais eficácia na articulação dos meios disponíveis”, referiu.
O autarca considera que esta preparação foi crucial:
“Em boa hora o fizemos, porque durante a madrugada teve início um incêndio em Belinho. A rápida resposta da Corporação de Bombeiros Voluntários de Esposende, apoiada pelos Bombeiros de Barcelos e Barcelinhos, foi determinante para se conseguir controlar e extinguir o incêndio.”
Neste momento, o local continua sob vigilância ativa, com o apoio de duas Equipas de Sapadores Florestais, para garantir que não existem reacendimentos.
Guilherme Emílio deixou ainda palavras de agradecimento e reconhecimento a todos os operacionais envolvidos:
“Deixo o meu penhorado reconhecimento aos bombeiros e bombeiras que participaram neste incêndio e que todos os dias se dedicam a servir e proteger o nosso território. Muito obrigado.”
Este episódio reforça a importância da coordenação entre entidades locais e da prontidão das forças de proteção civil, especialmente num período de risco elevado de incêndios, associado às elevadas temperaturas e vento seco que se têm feito sentir na região do Minho.





