O Porto celebrou o 31.º título nacional com uma noite de festa intensa no Estádio, onde a alegria se misturou com emoção e memória.
Milhares de adeptos encheram as bancadas e transformaram o recinto num autêntico mar azul e branco, num ambiente raro de comunhão entre equipa e cidade.
Gabri Veiga foi buscar melancia…
Durante a festa, Gabri Veiga foi buscar uma melancia – numa alusão aos rivais – que acabou por ser arremessada para fora do palco onde o plantel portista celebrava. Melancia essa que tinha colocada uma imagem de Frederico Varandas.
O momento mais marcante surgiu com a homenagem a Jorge Costa, figura incontornável do clube, evocada num silêncio carregado de significado. A conquista foi dedicada ao antigo capitão, numa mensagem que ecoou por todo o estádio e reforçou o peso simbólico da vitória.
Dentro de campo, o capitão ergueu o troféu perante uma massa adepta em êxtase. Nas bancadas, bandeiras gigantes, cânticos e lágrimas marcaram uma celebração que começou ainda antes do apito final e prolongou-se noite dentro.
André Villas-Boas, presidente do clube, sublinhou a dimensão emocional do momento, destacando a ligação entre passado e presente. A festa não foi apenas pelo título: foi também uma afirmação de identidade.












