A nova criação da estrutura O Som do Algodão inicia digressão pelo Norte com apresentações agendadas na Fábrica Santo Thyrso e no Centro Cultural de Paredes de Coura.
A estrutura artística O Som do Algodão apresenta no próximo fim de semana o seu mais recente espetáculo, intitulado “Caixinha de Fósforos”, uma performance poética e sonora concetualizada especificamente para bebés e famílias.
A criação, com dramaturgia e interpretação de Dulce Moreira e Mariana Santos, combina poesia, música ao vivo, cenografia de luz e objetos de memória para estimular o desenvolvimento estético e a formação de públicos desde os primeiros meses de vida.
O projeto conta com o financiamento e apoio da República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes (DGArtes) e coprodução do Município de Pombal, tendo tido a sua estreia absoluta no passado mês de setembro de 2026 no espaço Casa Varela – Centro de Experimentação Artística.
Datas e Locais da Digressão no Norte
Após o arranque em Pombal, a digressão nacional da “Caixinha de Fósforos” ruma ao Norte de Portugal, com duas sessões confirmadas nos distritos do Porto e Viana do Castelo:
- Santo Tirso: Sábado, 17 de outubro de 2026, às 10h30, no espaço cultural da Fábrica Santo Thyrso (Avenida da Fábrica de Santo Tirso, 88). As informações e reservas de lugares realizam-se através do correio eletrónico
. - Paredes de Coura: Domingo, 18 de outubro de 2026, às 10h30, no Centro Cultural de Paredes de Coura (Avenida Cónego Bernardo Chousal). O bilhete tem o custo simbólico de 2 euros, podendo ser reservado através de
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A ficha artística da obra integra o movimento e direção de cena de Catarina Medeiros e Vanessa Canto (37.25NAP), cenografia e figurinos de Patrícia Costa e Miguel Tepes, conceção Crankie de Inês Montalvão e Jon Dunn, e tradução para Língua Gestual Portuguesa (LGP) por Cláudia Rubim. A produção executiva está a cargo da Marulhada, Associação Cultural.
Em nota de apresentação, as criadoras definem a proposta como “um universo onde abrem-se caixas onde cabem árvores, estrelas, lembranças e pequenos tesouros, demonstrando que até uma galáxia inteira pode caber numa pequena caixa”.













