Estratégia sub-regional do DECIR foca-se na antecipação e na coordenação entre bombeiros, proteção civil e forças de segurança para proteger a mancha florestal e as populações
O Auditório da Escola Superior de Ciências Empresariais (ESCE), em Valença, serviu de sede para a apresentação do Plano Operacional Sub-Regional do Alto Minho – DECIR 2026. A reunião, que juntou os principais decisores da proteção civil e gestão florestal da região, teve como objetivo central a articulação estratégica do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais para o corrente ano.
O plano operacional, enquadrado na Diretiva Operacional Nacional n.º 2, detalha a organização e o comando das operações de socorro, garantindo que a resposta aos fogos florestais seja integrada entre os dez municípios da região. A sessão contou com a presença de autarcas, comandantes de Bombeiros, técnicos dos Gabinetes Florestais e representantes das forças de segurança, num esforço conjunto de prontidão operacional.
Durante a intervenção de encerramento, o Presidente da Câmara Municipal de Valença enfatizou que a segurança do território depende da capacidade de antecipação. “A proteção das populações exige preparação e compromisso permanente. Este plano reforça a nossa capacidade de resposta conjunta, salvaguardando a nossa floresta e as nossas comunidades”, afirmou o autarca.
Com o apoio da CIM Alto Minho, o DECIR 2026 aposta no reforço da vigilância e na rapidez de ataque inicial, elementos considerados cruciais para evitar que as ignições se transformem em grandes incêndios. O compromisso das entidades parceiras reafirma o Alto Minho como uma região focada na resiliência e na preservação do seu património natural e económico.




