Aliança Democrática (AD), coligação liderada por Luís Montenegro e composta pelo PSD e CDS-PP , venceu as eleições legislativas de 2025 em Portugal com 32,10% (1.914.913) dos votos, conquistando 86 mandatos na Assembleia da República.
Apesar da vitória, a AD não alcançou a maioria absoluta de 116 deputados, o que a obriga a formar um governo minoritário. Luís Montenegro conta ainda com mais 3 deputados eleitos pela Madeira, mas ainda numa coligação que acrescenta ao PSD e CDS-PP o PPM.
O Chega voltou a subir e ameaçou o PS como a segunda força política, obtendo 22,56% (1.345.575) dos votos e 58 mandatos. No entanto o Partido Socialista (PS) acabou por ser mais votado com 23,38% (1.394.491) dos votos e também com 58 mandatos.
Este resultado do PS representa a pior performance do PS desde 1987, refletindo uma significativa reconfiguração do panorama político português.
A Iniciativa Liberal (IL) assegurou 5,53% (330.149) dos votos, garantindo 9 deputados.
O Livre (L) foi outros dos partidos que subiu e alcançou 4,20% (250.651 votos) e 6 mandatos, enquanto a CDU (PCP-PEV) obteve 3,03% (180.943) e 3 deputados.
O Bloco de Esquerda (BE), um dos grandes derrotados da noite, conquistou 2,00% (119.211) dos votos, elegendo 1 deputado, e o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) ficou com 1,36% (80.850) e 1 mandato.
A Alternativa Democrática Nacional (ADN) obteve 1,32% dos votos, mas não conseguiu eleger deputados.
O partido Juntos Pelo Povo (JPP), originário da Madeira, alcançou 0,34% dos votos e elegeu 1 deputado, marcando a sua estreia no parlamento nacional.
A taxa de participação foi de 64,38%, com 5.965.322 votantes de um total de 9.265.493 inscritos. Os votos em branco representaram 1,44% (85.966 votos) e os nulos 0,99% (58.930 votos).



