O Porto conseguiu um empate a 1-1 com o Nottingham Forest FC, em casa, na primeira mão dos quartos de final da Liga Europa, num jogo marcado por um momento insólito que mudou completamente o rumo da partida.
Os azuis e brancos entraram fortes, dominadores, e colocaram-se em vantagem cedo, aos 11 minutos, por William Gomes, após uma fase inicial de clara superioridade.
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— sport tv (@sporttvportugal) April 9, 2026
Mas o jogo virou de forma abrupta — e quase inacreditável.
Aos 13 minutos, um atraso de Martim Fernandes transformou-se num auto-golo caricato, com a bola a entrar na própria baliza sem hipótese para Diogo Costa. Um erro raro, inesperado, que fez desaparecer a equipa duriense da partida.
A partir daí, o Porto perdeu clareza.
Nervos e ansiedade
O empate não só anulou a vantagem como expôs um problema maior: a instabilidade do portistas. A equipa passou de dominante a hesitante, com dificuldades na tomada de decisão.
O Nottigham – a jogar com segundas linhas, pois o foco está na sobrevivência na liga inglesa – surgiu mais forte e a controlar o jogo, ficando mesmo perto de marcar por duas vezes.
Nas bancadas, o ambiente também mudou. Assobios e impaciência começaram a surgir, reflexo de uma equipa que, apesar de estar bem posicionada nas várias competições, joga sob pressão evidente.
Eliminatória em aberto, decisão em Inglaterra
O Nottingham Forest FC, orientado por Vítor Pereira, mostrou-se pragmático. Com várias poupanças no onze e foco evidente na Premier League, a equipa inglesa aceitou o empate sem riscos sem carregar no acelerador.
Já o Porto sai deste jogo com a sensação de oportunidade perdida. Tinha o jogo controlado, ofereceu o empate e nunca mais recuperou totalmente o controlo emocional.
A eliminatória segue agora para Inglaterra, onde os dragões terão de lidar não só com o adversário, mas também com a sua própria ansiedade.







