Presidente da Câmara, Júlia Rodrigues Fernandes, e deputados do PSD acompanham trabalhos no norte do concelho; intervenção decorre no âmbito de uma cooperação estratégica com a CIM Cávado
No âmbito da estratégia de prevenção e combate a incêndios florestais, o Município de Vila Verde está a avançar com um plano de desbravamento e abertura de acessos em zonas de monte e floresta. Os trabalhos estão a ser executados com recurso a uma máquina de rastos de grande porte (bulldozer), cedida através de um acordo de cooperação estabelecido com a Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado.
A intervenção no terreno foi acompanhada de perto pela presidente da Câmara Municipal, Júlia Rodrigues Fernandes, juntamente com a equipa de Proteção Civil Municipal e deputados à Assembleia da República eleitos pelo PSD no círculo de Braga.
Mais acessibilidade para maior eficácia dos bombeiros
A máquina de rastos está a ser operada por técnicos especializados da Associação Florestal do Cávado, sob a orientação direta dos serviços de Proteção Civil e do Gabinete Técnico Florestal de Vila Verde. Atualmente, os trabalhos concentram-se em áreas florestais de relevo acentuado situadas no norte do concelho.
“É uma intervenção importante para a prevenção e minimização de impactos em caso de incêndios florestais, ao mesmo tempo que garantirá condições de maior eficácia na resposta a situações de risco.”
— Júlia Rodrigues Fernandes, Presidente da Câmara de Vila Verde
A abertura e limpeza destas vias estruturais são vistas como cruciais para assegurar que as viaturas pesadas dos bombeiros consigam circular rapidamente e posicionar-se em locais estratégicos para o ataque inicial às chamas.
Fogo controlado e “zonas tampão” reduzem combustível
A operação deste equipamento pesado junta-se a um pacote mais amplo de medidas preventivas que o município tem vindo a executar de forma planeada. Para além da abertura de caminhos, o plano — que conta com a colaboração ativa dos Bombeiros Voluntários, Sapadores Florestais, GNR e parceiros locais — inclui:
- Ações de fogo controlado: Queimas planeadas realizadas na época baixa para reduzir a carga de mato e combustível acumulado;
- Criação de descontinuidades na vegetação: Faixas de gestão de combustível que funcionam como “zonas tampão” para travar a progressão rápida de grandes incêndios;
- Vigilância ativa: Monitorização do território e articulação contínua com as forças de segurança durante os períodos de maior risco.
A autarca realçou que a preservação do património natural e paisagístico é uma prioridade estratégica do município, dadas as características predominantemente florestais do concelho de Vila Verde.











