Os alunos do 9.º J da Escola Básica Padre Himalaya, Arcos de Valdevez, conquistaram o primeiro lugar nacional nas Olimpíadas de Educação Financeira “No Poupar é Que Está o Ganho”, num concurso que envolveu milhares de estudantes de todo o país.
A vitória foi alcançada na categoria do 3.º ciclo, destacando a turma entre um universo de cerca de 34 mil alunos e 1700 turmas, provenientes de aproximadamente 100 municípios. O concurso é promovido pela Fundação António Cupertino de Miranda e tem como objetivo reforçar competências de literacia financeira junto dos mais jovens.
Surpresa na sala de aula
A entrega do prémio aconteceu de forma inesperada. Elementos da organização deslocaram-se à escola e surpreenderam os alunos dentro da sala de aula, num momento marcado por emoção, entusiasmo e orgulho coletivo.
Para além da distinção nacional, a Escola Básica Padre Himalaya somou ainda dois primeiros lugares a nível municipal, atribuídos às turmas 1.º H e 4.º J, reforçando o desempenho global da comunidade escolar.
Literacia financeira em destaque
A vereadora da Educação, Marlene Barros, destacou o significado desta conquista, sublinhando a importância da educação financeira desde cedo. A responsável considerou que iniciativas deste género contribuem para formar jovens mais preparados para gerir recursos e tomar decisões conscientes ao longo da vida.
O concurso “No Poupar é Que Está o Ganho” tem vindo a ganhar expressão nos últimos anos, afirmando-se como uma ferramenta relevante no ensino de conceitos ligados à poupança, consumo responsável e gestão financeira.
Escola em destaque nacional
Para o município, esta vitória é vista como reflexo direto do trabalho conjunto entre alunos e professores, evidenciando o empenho e a qualidade do ensino desenvolvido na escola.
O resultado coloca Távora no mapa nacional da educação financeira e reforça a importância de apostar em competências práticas que vão além das disciplinas tradicionais.
Num contexto em que a literacia financeira continua a ser apontada como uma lacuna em Portugal, exemplos como este mostram que há escolas a inverter essa realidade — e a ganhar com isso.





