E24
benjamim pereira

Esposende: Benjamim Pereira aponta falhas nas leis da imigrição e crítica fim do SEF

O presidente da Câmara de Esposende, Benjamim Pereira, fez declarações enfáticas sobre a atual situação das manifestações pró e contra imigrantes em Portugal.

Em declarações nas redes sociais, Benjamim Pereira destacou a importância de recordar a história multicultural do país e a necessidade de repensar as atuais políticas de imigração.

O edil de Esposende ressaltou que Portugal, ao longo dos séculos, foi formado “pela mistura de diferentes povos”, enfatizando o papel dos portugueses nos “descobrimentos” e nas ondas migratórias para diversos destinos, como América do Sul e Europa.

Benjamim Pereira também alertou para a persistência da emigração nos dias de hoje, citando dados recentes que indicam a saída de 60 mil pessoas de Portugal no ano passado, além dos mais de 2 milhões de portugueses vivendo no exterior, conforme apontado pela ONU.

O presidente da Câmara expressou preocupação “com a falta de mão de obra” em setores cruciais da economia e do comércio português, ressaltando “a necessidade urgente de atrair gente jovem e crianças” para garantir o crescimento económico e a sustentabilidade de sistemas como as pensões e o Serviço Nacional de Saúde (SNS).

Benjamim Pereira apontou para as atuais falhas nas leis de imigração, alegando que “a entrada sem controlo, contratos de trabalho ou garantias de alojamento” resultou numa situação problemática.

O autarca criticou as leis aprovadas pela “esquerda da geringonça”, enfatizando “a necessidade de revisão para garantir a segurança e a dignidade no acolhimento dos imigrantes”.

O presidente da Câmara também expressou preocupação com a extinção do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), classificando a decisão como “absurda e totalmente irresponsável”.

Benjamim Pereira concluiu enfatizando “a importância de mudar as regras de entrada”, “garantir a segurança”, mas também “apoiar e acolher os imigrantes”, reconhecendo “a necessidade mútua de solidariedade, como Portugal recebeu apoio no passado”.

Publicidade