Obra literária foi apresentada no MUZEU da dst e conta com uma coleção de bonecos artesanais; projeto pedagógico visa promover a empatia e a inclusão junto de crianças e jovens
Histórias de vida reais, profundamente marcadas pela superação e pela resiliência social, servem de fio condutor ao novo livro “Fios de Vida e Histórias Costuradas”. A obra foi apresentada esta tarde no MUZEU – Pensamento e Arte Contemporânea dst, em Braga, numa iniciativa inserida no plano de ação dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS) Braga I e Braga II.
O livro reúne um conjunto de narrativas adaptadas pedagogicamente para o público infantojuvenil, tendo como propósito central a promoção de valores estruturantes como a empatia, a inclusão social, o amor e o respeito pela diferença.
Bonecos artesanais dão vida às personagens do livro
Para além da vertente literária, o projeto destaca-se pela sua forte componente artística, manual e humana. A obra é acompanhada por uma coleção exclusiva de bonecos artesanais concebidos e confecionados individualmente pelos próprios participantes do programa comunitário.
Estes bonecos dão corpo e imagem às personagens das histórias, servindo como uma ferramenta lúdica e educativa essencial para captar a atenção dos leitores mais jovens e para materializar o percurso de resiliência de quem os criou.
Autarquia destaca a valorização da dignidade humana
A sessão de apresentação pública contou com a participação da vereadora da Coesão Social da Câmara Municipal de Braga, Hortense Santos, que enalteceu o impacto social e o cariz transformador deste género de intervenção cultural e comunitária no concelho.
“Este livro é um testemunho de que cada percurso de vida tem valor e merece ser contado. Ao transformar experiências de superação em histórias dirigidas às crianças e aos jovens, estamos a promover uma cultura de empatia, inclusão e respeito pela diferença, contribuindo para uma comunidade mais consciente, solidária e humana.” — Hortense Santos, Vereadora da Coesão Social de Braga
O evento converteu-se num momento de celebração coletiva e de partilha entre os técnicos dos CLDS, os autores das histórias e a comunidade local, demonstrando que a criatividade artística e a literatura podem funcionar como mecanismos eficazes de inclusão social e de valorização da dignidade humana em territórios urbanos.











