O consumo de queijo em Portugal manteve-se estável em 2024, com cada português a consumir, em média, 15 quilos por ano.
Os dados são divulgados pela Bel Portugal, líder na categoria, no âmbito do Dia Mundial do Queijo, assinalado esta segunda-feira, 20 de janeiro.
De acordo com a empresa, o queijo continua a ocupar um lugar central na alimentação dos portugueses, tanto pelo sabor como pela versatilidade e valor nutricional.
Cada agregado familiar compra, em média, cerca de 400 gramas de queijo por ato de compra, o que confirma a regularidade de consumo e a presença do produto em múltiplas ocasiões, das refeições principais ao snacking.
Hábitos de consumo acompanham mudanças no estilo de vida
A forma como o queijo é consumido em Portugal está a mudar. O produto acompanha a evolução dos estilos de vida, das rotinas familiares e das preocupações com a saúde e o bem-estar.
Tendências como o consumo fora das refeições tradicionais, a maior procura por proteína, o interesse por soluções plant-based, a saúde funcional e metabólica, bem como a valorização de novos sabores e experiências gastronómicas, estão a transformar a categoria.
Segundo a Bel, estas mudanças representam uma oportunidade para dinamizar o mercado, com propostas que conciliem prazer, conveniência e qualidade nutricional, num consumidor cada vez mais exigente e informado.
Inovação impulsiona o mercado do queijo
A inovação é apontada pela Bel como um dos principais motores de crescimento do setor. O objetivo passa por reforçar marcas consolidadas e criar novos momentos de consumo, ajustados às necessidades atuais.
Entre os exemplos recentes estão produtos como Limiano Grossíssimas, A Vaca que Ri Light Blue Cheese e o novo Boursin Chalotas e Cebolinho, que apostam em combinações de sabor, textura e conveniência.




