A Farmácia Ana Silva, atualmente situada junto à rotunda do Aldi em Esposende, foi encerrada temporariamente por decisão judicial, na sequência de uma providência cautelar interposta por duas farmácias locais — Farmácia Gomes e Farmácia Brás Marques.
O aviso colocado na montra informa que o estabelecimento se encontra encerrado até nova ordem.
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Esta farmácia, da mulher do atual presidente de Câmara Carlos Silva, funcionava anteriormente na freguesia de Belinho, uma pequena aldeia do concelho de Esposende.
A sua deslocalização gerou forte contestação local, com moradores a lançarem uma petição para evitar a saída da farmácia da comunidade.
Com os pareceres favoráveis, incluindo do então presidente da Câmara Benjamim Pereira, a mudança acabou por avançar, apesar das contestações como caso do Tito Evangelista, então líder do PS de Esposende e candidato à Câmara.
A decisão cautelar agora imposta impede a farmácia de operar no novo local até que haja uma decisão judicial definitiva. O caso está a ser acompanhado de perto por vários intervenientes políticos e pela população local.
Fonte próxima de Ana Silva confirmou ao E24 que esta “aguarda com serenidade decisão judicial”.
Guerras entre farmácias não é novidade em Esposende
A Farmácia de Palmeira funcionava desde 2002 em Eira D”Ana, Palmeira de Faro, Esposende. Joaquim Pena Lopes era o dono e farmacêutico, mas acabou por perder o espaço para a farmácia “Laguna” de Maria José Loureiro, que abriu ao lado em 2015 depois de uma disputa judicial de 15 anos.
Já no início deste século as duas farmácias do centro da cidade de Esposende também tiveram uma disputa judicial devido às horários das farmácias.




