O presidente da Câmara de Esposende, Carlos Silva, definiu para 2026 uma agenda centrada em dois eixos: alargar a rede de saneamento básico e criar condições para a expansão dos parques industriais.
O autarca quer lançar projetos estruturantes que permitam aumentar a cobertura do concelho e responder a um problema que continua a marcar várias freguesias: a falta de ligação à rede pública.
Eleito nas autárquicas de outubro de 2025 como independente, Carlos Silva assume que o ano será decisivo para preparar investimentos com impacto direto na qualidade de vida e na competitividade económica do território.
“A estratégia passa por planear obras, garantir financiamento e iniciar intervenções que permitam reduzir assimetrias e corrigir falhas antigas na infraestrutura de saneamento”, afirma.
No plano económico, o presidente fala em reforçar as zonas industriais, com o objetivo de atrair empresas, captar investimento e estimular a criação de emprego.
A Câmara pretende preparar a expansão de áreas já existentes e lançar as bases para novas soluções, apostando numa lógica de crescimento sustentado e de melhoria da capacidade de acolhimento empresarial.
A educação também surge como prioridade política. Carlos Silva aponta a requalificação de escolas do 1.º ciclo e a implementação do cheque-educação como medidas de apoio às famílias e de valorização da escola pública.
O presidente defende que investir na educação é uma condição para garantir igualdade de oportunidades e fixar população.
No primeiro ano de mandato, Carlos Silva promete ainda reforçar a proximidade com as freguesias, através de uma relação “mais direta e colaborativa”. Esse objetivo, garante, passará por melhorar a articulação institucional e aumentar a autonomia local na gestão das verbas atribuídas.




