Hélder Tenente, candidato do CHEGA à Câmara de Esposende, criticou o estado atual do concelho, apontando falhas estruturais persistentes e a falta de ambição nas propostas apresentadas por outros partidos recorrendo às ideias do seu partido.
Em comunicado, sublinha que, passadas mais de três décadas, Esposende continua com um “défice gravíssimo” em matéria de saneamento básico.
“O que fizeram os sucessivos executivos da Câmara e Assembleia Municipal ao longo destes 31 anos?”, questiona o candidato, levantando também dúvidas sobre a transparência orçamental e nos processos de contratação pública.
Tenente denuncia ainda o reaproveitamento de propostas do CHEGA por outras forças políticas e candidato independente, em particular na área da segurança, que considera ter sido inicialmente desvalorizada mas que agora “dá razão ao partido”.
Entre as propostas do candidato destacam-se o desenvolvimento da zona ribeirinha, a construção de um pavilhão multiusos, o estudo para implementação de um metro de superfície ou linha ferroviária, uma rede de transportes públicos municipais, bem como a criação de um Cartão Único Municipal (Mais Esposendense) com benefícios no comércio, serviços e saúde locais.
“Defendo também a devolução parcial do IRS aos munícipes“, refere Hélder Tenente.
O candidato do Chega, que tem reunido vários apoios locas e um crescente militância, assegura que o programa eleitoral do CHEGA vai responder às reais necessidades da população e não aos interesses das elites.
“O compromisso é com o povo”, garante, criticando o foco de outros partidos e independentes no setor imobiliário, que considera ser tratado como “o novo ouro europeu”.




