Uma das figuras mais carismáticas da Vila de Fão, no concelho de Esposende, e mundialmente conhecida como Sérgio do Fôjo, faleceu hoje de madrugada.
Escritor, poeta, filósofo, músico ou simplesmente o pobre pescador e capitão do “seu Fôjo”, Alberto Sérgio Cardoso de Sousa completava 71 anos no próximo dia 17 de maio.
Com um nome que ultrapassa fronteiras há décadas, resiste no tempo e nas mentes dos seus clientes indefectíveis. O Sérgio e a sua viola, as suas canções, os conteúdos filosóficos dos seus textos, os escritos que abundam pelo tecto e paredes de madeira, o champarrião inigualável, tornam o Fôjo num museu de arte intemporal e de algum mistério.
Indiferente ao tempo, deixa em quem o visita uma sensação de culto e estilo próprios que perduram na memória de quem por ali passa, desde o humilde pescador local a algumas figuras públicas.




