O PSD entregou, no Tribunal de Esposende, as listas aos órgãos autárquicos, lideradas por Guilherme Emílio, que se apresenta como o “timoneiro” de uma candidatura marcada pela renovação.

Na lista à Câmara Municipal, figuram, entre os primeiros sete lugares, Otávio Dimas, Marina Cardoso, Mário Rui Losa (atual vereador do executivo), Diogo Zão, Alexandra Vilar (atual vereadora), e Jorge Braga.
“É um projeto que alia a entrada de novos membros à continuidade de outros do atual executivo municipal. Mostra a vitalidade do PSD e a vontade de servir a comunidade”, afirmou Guilherme Emílio, durante a apresentação.

O candidato sublinhou ainda que a equipa é composta por “pessoas com competências e experiência profissional para um projeto político transformador, que garanta qualidade de vida e desenvolvimento do concelho”.
PS é “principal adversário”
Emílio não escondeu que o maior adversário político nas próximas eleições será o PS.
“É o partido tradicionalmente contra o PSD. Espero que esta seja uma campanha elevada, sem ataques pessoais nem manobras de bastidores, onde se discutam projetos e se esclareça cabalmente os eleitores. Sempre foi assim no PSD e assim continuará a ser”, sublinhou.
Benjamim Pereira defende estabilidade e critica divisões internas
Benjamim Pereira, candidato à Assembleia Municipal, destacou a importância da estabilidade e reforçou o balanço positivo dos últimos 12 anos de governação autárquica do PSD.
“O valor da estabilidade é fundamental para o desenvolvimento do território. Não se entende que alguns movimentos, ligados ao PSD até há pouco tempo, agora apresentem propostas que mais parecem insultos a este projeto”, afirmou, apontando que tais divisões se devem apenas a “projetos pessoais”.
Quanto à descentralização das assembleias municipais, Benjamim Pereira admitiu abertura, mas alertou para dificuldades logísticas:“a logística não é fácil”.
“Se fizéssemos todas as assembleias descentralizadas, ao fim de um mandato não teríamos nenhuma em Esposende. Mas não será o presidente da Assembleia a opor-se às transmissões ou à descentralização. O objetivo é ultrapassar problemas e não criar entraves”, garantiu.
“O PSD não ataca pessoas, ataca problemas, para melhor servir a comunidade”, concluiu.






