SC Braga desloca-se ao reduto do Gil Vicente FC na 22.ª jornada e quer manter registo de seis jogos sem sofrer golos
O SC Braga defronta este sábado o Gil Vicente FC, em partida da 22.ª jornada da Liga Portugal, e o discurso de Carlos Vicens não deixa margem para facilitismos: o objetivo passa por somar pontos e manter a consistência exibicional.
Na antevisão ao encontro, o treinador dos minhotos foi claro quanto à abordagem. “É um jogo importante e, agora, o mais importante da época”, afirmou, reforçando que a preparação teve mais tempo, mas a exigência mantém-se.
“Queremos fazer as coisas bem, frente a um adversário complicado. Vamos ter de ajustar algumas coisas, jogar com personalidade e saber sofrer.”
O técnico sublinhou a necessidade de manter uma mentalidade vencedora, num momento em que os bracarenses atravessam uma fase sólida, sobretudo no plano defensivo.
Seis jogos sem sofrer golos
O Braga soma seis partidas consecutivas sem sofrer golos, um indicador que Vicens valoriza, mas sem deslumbramento. “É a consequência de fazer as coisas bem. O meu foco está em preparar a equipa da melhor forma possível para mostrar o melhor SC Braga da temporada.”
Do outro lado estará um Gil Vicente FC que o treinador descreve como “equipa difícil, com boa organização defensiva, fisicamente agressiva e contundente”. Vicens alerta que o adversário sabe adaptar-se a diferentes cenários e que ocupa a atual posição na tabela “por mérito”.
Objetivo: maximizar pontos na segunda volta
Com menos jogos no calendário nesta fase da época, o técnico acredita que a equipa pode apresentar-se fisicamente mais fresca. Ainda assim, evita projeções a longo prazo.
“Temos de fazer a melhor segunda volta possível e o maior número de pontos possível. No final da época, contaremos os pontos”, afirmou.
Sobre a estabilidade no onze inicial, Vicens afastou a ideia de rotinas fixas. “Analiso como treinam os jogadores e o adversário. O melhor SC Braga ainda está por vir, há margem para melhorar.”
O encontro frente ao Gil Vicente FC assume, assim, peso estratégico na ambição europeia dos arsenalistas.




