O jogo entre Benfica e Real Madrid, a contar para os 16 avos-de-final da UEFA Champions League, ficou marcado esta noite por uma alegação de racismo depois de Vinícius Jr. dizer ao árbitro que Prestianni lhe chamou “macaco” após marcar (50’).
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A situação levou a protestos no campo e reacendeu o debate sobre protocolos antirracismo no futebol.

No futebol, atos e linguagem racistas contra jogadores, árbitros ou adeptos são proibidos e combatidos por FIFA e UEFA.
Existe um protocolo em três etapas que os árbitros devem aplicar quando confrontados com casos de racismo durante um jogo: parar a partida, suspender temporariamente e, como último recurso, abandonar a partida se o comportamento discriminatório persistir. O processo inclui apelos ao público para cessar atitudes racistas através do sistema de som do estádio.

Além disso, o Código Disciplinar da FIFA foi atualizado para reforçar estas medidas. Ele permite que qualquer jogador ou participante reporte diretamente ao árbitro um incidente racista, obrigando o juiz a ativar o protocolo. Se as ofensas não cessarem, há a possibilidade de parar ou mesmo encerrar o jogo e aplicar sanções mais duras às equipas e indivíduos envolvidos.
Estas regras fazem parte dos esforços das principais entidades do futebol para erradicar o racismo no desporto, uma luta que continua a ganhar atenção em competições europeias e internacionais.







