O “Gverreiro” de 25 anos, natural de Braga e ligado ao clube desde 2018, prolonga o seu vínculo contratual até 2028
O SC Braga oficializou a renovação do contrato do ala Ricardo Lopes por mais duas épocas. O atleta de 25 anos, que chegou ao emblema minhoto em 2018, estendeu o seu vínculo até junho de 2028, consolidando-se como uma das figuras mais carismáticas e antigas do atual plantel de futsal dos arsenalistas.
Natural de Braga, Ricardo Lopes formou-se e cresceu profissionalmente na estrutura do clube, tendo participado ativamente na afirmação do SC Braga na elite do futsal nacional e europeu.
“Esta é a minha casa”, destaca o Gverreiro
Após a assinatura do novo contrato, o jogador bracarense não escondeu o orgulho por continuar a representar as cores da sua cidade e do clube do coração, onde cumpre já o estatuto de um dos capitães de equipa.
“É um motivo de enorme orgulho. Estar aqui desde 2018 significa que o SC Braga é a minha casa. Esta renovação é o reconhecimento do meu trabalho e a prova de que estamos alinhados num objetivo comum: continuar a elevar o nome do Clube. Cheguei jovem, cresci aqui, venci aqui e sinto-me um Gverreiro de corpo e alma.” — Ricardo Lopes
Foco na conquista de títulos para 2026/27
Olhando para o futuro a curto e médio prazo, o camisola arsenalista demonstrou total alinhamento com a ambição da direção e da estrutura técnica para a nova temporada desportiva que agora se inicia.
- Ambição coletiva: O foco principal do grupo mantém-se na luta direta pela conquista de títulos nacionais e na manutenção de uma forte pegada competitiva nas competições da UEFA;
- Evolução pessoal: Ricardo Lopes assume o desejo de continuar a evoluir, procurando ser um pilar de estabilidade no balneário e correspondendo à confiança da estrutura com consistência e entrega em quadra;
- Compromisso com os adeptos: O internacional de formação prometeu aos adeptos bracarenses a dedicação de sempre, agora potenciada por uma maior maturidade desportiva.
Com esta renovação, o SC Braga assegura a continuidade da sua espinha dorsal e a manutenção da identidade local no plantel de futsal, um fator considerado chave pela direção para o crescimento sustentado da modalidade.










