Bruno Pinto e Diogo Antunes, naturais de Fafe, e Carlos Furtado, de Vila do Conde, recebem a ordenação sacerdotal no próximo domingo
A Arquidiocese de Braga vai contar, a partir do próximo domingo, com três novos sacerdotes, dois deles naturais de Fafe e um de Vila do Conde.
Bruno Pinto e Diogo Antunes, ambos de Fafe, e Carlos Furtado, de Vila do Conde, serão ordenados padres numa cerimónia solene marcada para as 15h30, na Sé Primaz de Braga.
A celebração será presidida pelo arcebispo de Braga, José Cordeiro, e deverá reunir familiares, amigos, sacerdotes e representantes das comunidades onde os três diáconos realizaram os respetivos estágios pastorais.
A ordenação representa o culminar de vários anos de formação religiosa, académica e pastoral, mas os futuros padres encaram o momento como o início de uma nova missão ao serviço das comunidades da Arquidiocese.
Bruno Pinto, natural de Fafe, realizou o estágio pastoral na paróquia de Nosso Senhor dos Navegantes, nas Caxinas, em Vila do Conde. O diácono considera que a ordenação é o ponto alto de uma longa caminhada, embora não represente o fim do percurso.
O futuro sacerdote destacou a importância do contacto direto com as populações, depois de vários anos de preparação no seminário, sublinhando que o estágio permitiu conhecer de perto as dificuldades, as alegrias e a vivência da fé nas comunidades.
Também natural de Fafe, Diogo Antunes estagiou nas paróquias do Divino Salvador de Joane e de Santa Marinha de Mogege, no concelho de Vila Nova de Famalicão.
O diácono classificou o período de estágio como um tempo de aprendizagem e de graça, destacando momentos como os batismos, as pregações e o acolhimento recebido nas duas paróquias.
Já Carlos Furtado, natural de Vila do Conde, realizou o estágio nas paróquias de Santa Eulália de Fafe e Santa Comba de Fornelos, reforçando também a ligação entre os três futuros sacerdotes e as comunidades fafenses.
Carlos Furtado salientou a forma como foi recebido pelos sacerdotes locais, pelos orientadores e pelos paroquianos, considerando que a proximidade com as comunidades foi essencial para a preparação do ministério sacerdotal.
A ordenação dos dois jovens de Fafe e do jovem de Vila do Conde ganha particular relevância num contexto marcado pela redução das vocações religiosas e pelo envelhecimento do clero.




