Portugal encontra-se num cruzamento histórico. De um lado, o caminho do PSD e da Aliança Democrática (AD): o caminho do equilíbrio, da responsabilidade e do progresso real. Do outro, o espetro de um passado recente marcado por uma “barafunda” institucional que degradou o país.
É tempo de memória, de balanço e, acima de tudo, de escolha.
O PSD: O Pilar da Estabilidade e do Trabalho
O PSD sempre foi o partido das soluções. Enquanto outros se perdem em ideologias que asfixiam a economia, nós acreditamos no trabalho. Acreditamos que o progresso nasce de contas certas, de impostos baixos e de uma administração pública que serve o cidadão. A nossa marca é a boa governação: aquela que não faz manchetes por escândalos, mas por resultados.
O Retrato da “Barafunda”: O que Não Podemos Esquecer
Para projetar o futuro, precisamos de olhar para o rasto de desordem deixado entre 2016 e 2024. Foi um ciclo de degradação onde o Estado pareceu em dissolução:
O Dinheiro no Gabinete (Operação Influencer): O país ficou em estado de choque quando foram encontrados mais de 75 mil euros em notas escondidos no gabinete de Vítor Escária, o braço-direito de António Costa, dentro de caixas de vinho e estantes. Foi este cenário de “filme de máfia” que provocou a demissão do Primeiro-Ministro e a queda de uma maioria absoluta que se julgava intocável.
O Caso Sport TV e o Desperdício: Recentemente, descobriu-se que o Governo de Costa mantinha um contrato de luxo para ver Sport TV em oito televisões no Palácio de São Bento, custando milhares de euros aos contribuintes. Um símbolo do “bar aberto” com o dinheiro público, enquanto o povo apertava o cinto.
A Tragédia de Pedrógão Grande: Onde a falha crítica do Estado na proteção civil custou dezenas de vidas, expondo uma desorganização que nunca foi esquecida.
O Caos na Imigração e o Fim do SEF: Uma decisão ideológica que destruiu uma polícia de elite sem alternativa preparada, resultando em serviços colapsados e na perda total de controlo das nossas fronteiras.
O Episódio Galamba e o SIS: O uso indevido das secretas para recuperar um computador num ministério, num cenário de agressões e ocultação que envergonhou a nossa democracia.
O Colapso do SNS: Anos de “contas certas” à custa do fecho de urgências, da falta de médicos e de grávidas desviadas entre hospitais.
Queremos Realmente Regressar a Isto?
A pergunta que deixamos ao povo português é direta: Queremos regressar a esta barafunda? Queremos voltar ao tempo em que o centro do poder político era alvo de buscas por dinheiro escondido? Queremos o regresso do desperdício de quem paga canais premium com o dinheiro dos vossos impostos enquanto as escolas não têm professores?
O Governo da AD veio para repor a ordem. Veio para limpar o que estava sujo e colocar Portugal a funcionar. Em poucos meses, já se cortaram gastos inúteis (como as assinaturas da Sport TV herdadas do PS), baixou-se o IRS e devolveu-se a dignidade aos polícias e professores.
O Caminho é para a Frente
O progresso não se faz com improviso nem com notas escondidas em gabinetes. Faz-se com a seriedade que o PSD garante. Portugal merece a tranquilidade de saber que quem governa é competente e honesto. Entre o ruído do passado e a esperança do futuro, a escolha da estabilidade é o único caminho para um país próspero.




