A seleção nacional venceu os Estados Unidos por 2-0, em Atlanta, naquele que foi o último teste antes da fase final do Mundial 2026.
Num jogo particular disputado no Mercedes-Benz Stadium, Portugal quebrou um jejum de 36 anos sem vencer os norte-americanos.
Trincão abriu, Félix fechou
O primeiro golo surgiu aos 37 minutos, com Trincão a finalizar com qualidade após assistência de calcanhar de Bruno Fernandes, numa jogada construída desde trás por Vitinha.
Depois de uma primeira parte equilibrada, mas com maior controlo português, a segunda metade trouxe mudanças profundas na equipa de Roberto Martínez — e mais eficácia.
O 2-0 apareceu aos 58 minutos, com João Félix a aproveitar um lance de bola parada: Bruno Fernandes bateu o canto e o avançado surgiu sem oposição à entrada da área para rematar colocado.
Muitas mexidas e estreias
A segunda parte ficou marcada por várias substituições, com Portugal a rodar praticamente toda a equipa. Destaque para as estreias de Mateus Fernandes e do minhoto Ricardo Velho, que somaram os primeiros minutos pela seleção principal.
Jogadores como Nuno Mendes, Rúben Neves e Francisco Conceição também entraram para dar nova dinâmica à equipa. Ricardo Horta fez 45 minutos e mostrou classe, tanto a recuperar bolas como a distribuir jogo. Ainda quase marcou numa jogada aérea.
Segurança defensiva e controlo do jogo
Apesar de alguns momentos de pressão dos Estados Unidos, sobretudo na primeira parte com Pulisic em destaque, Portugal mostrou-se seguro. José Sá respondeu quando foi chamado e a defesa conseguiu travar as investidas mais perigosas.
Na segunda parte, a equipa lusa controlou melhor o ritmo e raramente permitiu ocasiões claras ao adversário.
Futebol: Portugal empatou sem golos no Azteca frente ao México
Último teste antes do Mundial
Depois do empate sem golos frente ao México, Portugal termina esta fase de preparação com uma vitória convincente frente a um dos anfitriões do próximo Campeonato do Mundo.
Roberto Martínez aproveitou para testar soluções e observar jogadores que ainda lutam por um lugar na convocatória final.
O Mundial 2026 aproxima-se e a mensagem é clara: há opções, há concorrência e há margem para crescer.





