A mudança de hora realiza‑se na madrugada de domingo: os relógios atrasam 60 minutos às 02:00.
O gesto habitual traz de novo o debate ao Parlamento Europeu, onde Comissão e Parlamento apelaram ontem a um consenso para pôr fim ao ajuste sazonal dos relógios.
Em 2019 o Parlamento aprovou acabar com a mudança, mas a medida nunca foi implementada por falta de acordo entre Estados‑membros — e com o Governo português então contra.
Apostolos Tzitzikostas, comissário para Transportes Sustentáveis e Turismo, afirmou que o sistema “já não serve qualquer propósito”, sublinhando custos sociais e ausência de poupanças energéticas claras.
Entre os argumentos a favor está o melhor aproveitamento da luz solar; entre os contra, o impacto em crianças, idosos e possíveis efeitos na saúde, como fadiga e riscos cardiovasculares.
Esta semana Espanha propôs formalmente à UE o fim definitivo da mudança horária, argumentando apoio popular e insuficiente evidência de benefícios energéticos.




