A bienal de arte mais antiga da Península Ibérica decorre de 18 de julho a 30 de dezembro de 2026, explorando o tema “Territórios sem Fronteira” com 185 obras de criadores de 22 países
Está prestes a começar a XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira (BIAC). O evento de arte contemporânea mais antigo de Portugal e de toda a Península Ibérica regressa a Vila Nova de Cerveira de 18 de julho a 30 de dezembro de 2026.
Com a contagem decrescente a entrar na reta final, a “Vila das Artes” prepara-se para apresentar um catálogo robusto que inclui 140 participações artísticas e um total de 185 obras, espelhando o trabalho criativo de autores provenientes de 22 países.
Mafalda Santos assume a Direção Artística de 2026
A grande novidade na estrutura organizativa desta 24.ª edição é a assinatura de Mafalda Santos, que assume a direção artística da bienal. Sob a sua coordenação, a programação de 2026 foi desenhada para promover o pensamento crítico, a descentralização cultural e a experimentação visual, materializando-se em várias frentes:
- O Concurso internacional: Montra competitiva que dá visibilidade a novos talentos e a nomes consagrados;
- Projetos curatoriais e artistas convidados: Exposições de autor desenhadas especificamente para os espaços da bienal;
- Residências artísticas: Espaços de partilha e cocriação de obras em pleno território cerveirense;
- Ciclo de performance: Apresentações artísticas ao vivo que desafiam a relação do corpo com o espaço público.
“Territórios sem Fronteira” e a homenagem a Silvestre Pestana
O conceito curatorial que serve de fio condutor à edição de 2026 é “Territórios sem Fronteira”. Através deste mote, os artistas participantes são convidados a refletir sobre as barreiras geográficas, políticas, digitais e estéticas do mundo contemporâneo, propondo o diálogo transfronteiriço e a liberdade criativa como respostas aos desafios geopolíticos atuais.
Outro dos momentos cimeiros da bienal será a homenagem ao consagrado artista Silvestre Pestana, figura de proa da arte contemporânea e da performance digital em Portugal, cujo percurso vanguardista será amplamente retratado e celebrado ao longo de toda a programação.
Atividades gratuitas para todas as idades
Para além das galerias de exposição, a XXIV BIAC assume um forte compromisso com a comunidade e com os visitantes através do seu programa de mediação cultural:
- Ateliers livres e oficinas práticas abertas ao público;
- Visitas orientadas e pedagógicas para famílias e grupos;
- Conferências e debates com criadores, críticos e historiadores da arte.





