Efetivo de 15 agentes inicia atividade após formação na Escola Prática de Polícia; Comandante Davide Ochoa privilegia fiscalização do espaço público e orientação do trânsito
A Polícia Municipal de Barcelos iniciou oficialmente a sua atividade na cidade esta quarta-feira. O novo corpo policial, composto por 15 elementos, estará sob o comando de Davide Ochoa, que sublinhou que este arranque será pautado por uma “atitude pedagógica”. O objetivo inicial passa por sensibilizar os cidadãos e condutores para o cumprimento das normas, antes de avançar para uma fase estritamente punitiva, garantindo que a adaptação da comunidade à nova autoridade local decorra de forma fluida.

As competências prioritárias deste novo serviço municipal de polícia administrativa focam-se na fiscalização da ocupação do espaço público e na melhoria da mobilidade urbana. Os agentes atuarão diretamente no combate ao estacionamento irregular, na orientação do trânsito em pontos de congestionamento e no apoio informativo aos munícipes. Segundo o comandante, a missão central é garantir que os comportamentos dos condutores respeitem o Código da Estrada, promovendo uma convivência mais segura e organizada no coração de Barcelos.
Formação rigorosa e estágio em Braga
A entrada em funções acontece após um longo e exigente processo de preparação. Antes de chegarem às ruas de Barcelos, os 15 agentes cumpriram um estágio complementar na Polícia Municipal de Braga durante o mês de março, onde puderam experienciar a dinâmica de uma estrutura consolidada. Anteriormente, o efetivo realizou a formação teórica obrigatória na FEFAL (Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais) e na Escola Prática de Polícia, em Torres Novas.
O plano de formação abrangeu áreas vastas, desde noções de Direito Penal e Procedimento Administrativo até competências técnicas em Proteção Civil, Saúde Pública e Ordenamento Territorial. Com conhecimentos sólidos em resolução de conflitos, deontologia e regulação urbanística, a Polícia Municipal de Barcelos assume-se agora como um braço fundamental da autarquia para zelar pelo património e pela qualidade de vida dos barcelenses, atuando sempre dentro dos limites das liberdades e garantias do Estado de Direito.




