Cerca de uma dezena de pessoas concentraram-se, ao início da tarde desta sexta-feira, à porta do Tribunal de Barcelos, no arranque do julgamento do caso da gata Ariel, que sofreu queimaduras graves após ter sido colocada dentro de um forno por uma criança de três anos.

Os manifestantes exibiram uma tarja com a frase “Maus-tratos a animais é crime”, num protesto silencioso que coincidiu com a entrada em tribunal das partes envolvidas.

O caso remonta a novembro de 2022 e chocou a opinião pública pela gravidade dos factos e pela resposta tardia das autoridades.
A gata, então com quatro meses, ficou com cerca de 50% do corpo queimado e terá permanecido uma semana em sofrimento, sem qualquer tratamento veterinário.
Ariel tinha sido adotada pela família apenas dois meses antes e acabou resgatada pela Associação SOS Bigodes, que lhe salvou a vida.
A mãe da criança, de 51 anos, responde em tribunal por maus-tratos a animais de companhia.




