Um grupo de bombeiros da Areosa/Rio Tinto, em Gondomar, contestou a liderança do comandante Marco Martins, alegando que decisões recentes prejudicam a corporação e que não são ouvidos.
A contestação culminou num protesto junto ao quartel, onde cerca de 20 operacionais depositaram os capacetes em sinal de descontentamento.
Os manifestantes, que preferiram o anonimato, afirmam ter solicitado passagem à reserva por não se identificarem com a «forma como as coisas estão a ser feitas» e dizem que certas medidas colocaram em risco o socorro nos fins de semana e o normal funcionamento das operações. Segundo fontes internas, as conversas com a chefia após o protesto «não deram em nada».
Marco Martins, comandante há cerca de cinco meses e antigo presidente da Câmara de Gondomar, nega ter recebido pedidos formais de passagem à reserva.
Defende que encontrou «uma casa sem regras» e que foi necessário instituir novas normas, admitindo que “é normal que o caminho traçado não agrade a todos“.
Destaca ainda que 2025 foi “o ano mais produtivo“, com mais formações, investimento em fardamento, duas viaturas novas e recorde de entradas, contando agora com 11 novos elementos.




