João Lopes, conhecido historiador de Braga e defensor do património braguês, cultural e desportivo, agitou a cidade ao apresentar uma imagem de inteligência artificial daquele que, na sua ótica, devia ser o conhecido Campo da Vinha (Praça Conde Agrolongo).
Desiludido com a proposta de Câmara de Braga para a requalificação do espaço, onde está o “não acarinhado” “mamarracho”, João Lopes destaca que o projeto agora anunciado mantém uma linha de “cinzentismo” para uma praça concebida no século XVI pelo Arcebispo D. Diogo de Sousa.
O cidadão João Lopes, apoiante da candidatura independente do Ricardo Silva à Câmara de Braga, apresentou uma imagem gerada por inteligência artificial que representa a sua visão para a praça, defendendo que seria mais fiel ao espírito do fundador do espaço.
Paralelamente, o movimento Amar e Servir Braga, liderado por Ricardo Silva, incluiu no seu programa eleitoral três medidas ligadas a esta zona central: reformular o Campo da Vinha no quadro da mobilidade ativa, criação de praças e largos para fruição pública e plantação de árvores autóctones para reforçar a sombra e mitigar os efeitos das alterações climáticas.
Concurso de 3,5ME
O Executivo Municipal de Braga aprovou esta semana a abertura de concurso público, estimado em 3,5 milhões de euros, para a reabilitação do Campo da Vinha.
A intervenção pretende reorganizar um espaço urbano cuja degradação remonta ao final dos anos 90, ainda no tempo de governação socialista.




