Rui Lopes, CEO da AgentifAI e natural de Celorico de Basto, relatou uma curiosa confusão durante um episódio do podcast O CEO é o Limite.
Um vice-presidente da Warner Bros Music, ao ver o produto da empresa portuguesa, assumiu que esta estava sediada em Silicon Valley (Califórnia) — e sugeriu um encontro presencial para café. A surpresa: Lopes estava nesse momento num café — mas em Braga.
Nascido em Celorico de Basto, Lopes explicou que o executivo da Warner enviou um email propondo café em Silicon Valley, pressupondo que a AgentifAI operava lá.
O encontro teve que ser remoto, lamentando que “não foi a mesma coisa”.
Formado em Engenharia de Sistemas e Informática pela Universidade do Minho, Rui Lopes recorda que começou cedo a explorar tecnologia quando recebeu um ZX Spectrum avariado, que os pais lhe ofereceram.
Antes da AgentifAI (fundada em 2016 com base em Braga), participou num projecto universitário de sistema de comunicação entre telemóveis, semelhante ao WhatsApp.
O projecto não avançou por falta de fundos: “o WhatsApp teve 8 milhões de dólares no início. Nós demorámos anos a conseguir 75 mil euros.”
Hoje, a AgentifAI é conhecida pela assistente de voz “Alice”, que permite agendar consultas ou fazer transações bancárias por voz.
A tecnologia serve mais de 8 milhões de utilizadores através de clientes como Lusíadas Saúde, Caixa Geral de Depósitos e BPI.




