O vereador Filipe Aguiar (Chega), que tomou posse na Câmara de Braga, fez balanço ao E24 dos primeiros meses de mandato e garante que 2026 será um ano de intervenção ampliada, com mais fiscalização e propostas concretas.
Apesar de ter iniciado funções apenas no último trimestre do ano, o eleito afirma ter marcado posição com uma linha de oposição “construtiva”, defendendo que analisará cada medida “com rigor” e estará disponível para convergir quando os interesses do concelho estiverem em causa.
Na área da fiscalidade, destacou-se na discussão do IMI ao votar contra uma redução que considerou insuficiente. Aguiar defende que o imposto “penaliza severamente as famílias” e que Braga deveria aplicar a taxa mínima legal. Para o vereador, “o alívio fiscal deve ser real e não simbólico”.

No planeamento urbano, participou na sessão de esclarecimento sobre o Plano Diretor Municipal (PDM) e manifestou abertura para votar favoravelmente o documento, argumentando que o concelho “não pode continuar refém de adiamentos” e precisa de decisões claras para garantir crescimento ordenado, habitação e mobilidade.
Entre as recomendações apresentadas ao executivo, apontou ainda preocupações de segurança pública, alertando para riscos estruturais junto a uma escola básica e defendendo intervenção urgente para evitar tragédias, recordando episódios do passado relacionados com queda de muros.
Na habitação, denunciou situações anómalas com atestados de residência, pedindo maior rigor do Município. Já na educação, afirmou ter recebido denúncias sobre a desvalorização do Natal em escolas do concelho e pediu esclarecimentos, defendendo que diversidade não pode significar “apagamento” de tradições.




