A quinta da Malafaia em Esposende vestiu-se de azul e branco para uma jornada de festa do movimento independente “Mudança” liderado por Carlos Silva, candidato à Câmara de Esposende, e Alberto Figueiredo, cabeça de lista à Assembleia Municipal de Esposende.
Em declarações à imprensa, Carlos Silva não tem dúvidas que “as pessoas estão connosco”.

“Esta é uma demonstração que as pessoas estão connosco. O povo comum, pessoas de todas as idades, de todas as profissões, de todas freguesias. É um sinal que as pessoas querem mudar. Não tenho dúvidas nenhumas que a mudança vai-se concretizar. Foram mais as pessoas que ficaram de fora desta festas do que aquelas estão aqui dentro“, frisou.
Carlos Silva explica o movimento com um sentimento único de pessoas “que querem ver os seus problemas resolvidos“.
“Querem ser ouvidas, escutadas, querem saneamento, qualidade de vida, querem respostas, querem uma câmara ao serviço da população. A cima de tudo transparência e rigor“, frisou o candidato, que questionado com o desejo do PSD de ver uma campanha com elevação manifestada num comunicado, Carlos Silva afirmou que “não vejo a política de outra forma que não seja com elevação“.
“A política é um ato nobre. Nós só nos guiamos pelos princípios da discussão de ideias, elevação, princípios e serviço à população“, vaticinou.
Já Alberto Figueiredo assumiu que “matou saudades” face ao ambiente vivido na Malafaia.
“Fez-me lembrar o ano de 1989. Algo que não esqueço da campanha e que esta festa me faz recordar”, começou por afirmar que tentou explicar às pessoas, ao longo deste último mês, que o regresso à vida ativa política tem a ver com o desvio da câmara para com a boa gestão.
Alberto Figueiredo espera vencer a Assembleia Municipal e quer que haja “intervenção”,
“Não há intervenção na Assembleia Municipal. Quero que as pessoas discutam, que levem ideias e alternativas, sem nos maltratar uns aos outros”, frisou.







