O Primeiro-Ministro dirigiu-se, como habitual, aos portugueses para assinalar a quadra festiva em que nos encontramos com votos de um feliz Natal e de um bom ano de 2026.
A sua mensagem começou por onde deve começar qualquer ação governativa – pelas pessoas.
O reconhecimento dos mais vulneráveis: pessoas em situação de solidão, idosos isolados, vítimas de violência doméstica, pessoas com problemas de saúde e em situação de pobreza não foi um mero gesto, foi uma afirmação daquele que tem sido o pilar central da governação do PSD – crescimento económico e justiça social não são opostos, são complementares.
Ao mesmo tempo, houve um agradecimento àqueles que mantêm o país a funcionar, mesmo nos dias festivos. Um reconhecimento político que tem todo o significado.
O balanço está feito. Portugal não está apenas melhor, está objetivamente mais forte.
Os dados apresentados pelo Primeiro-Ministro não são mera propaganda, são factos. Portugal cresce acima da média europeia, vê os rendimentos dos trabalhadores aumentarem e consegue conjugar subida de salários com descida de impostos sobre o trabalho – algo que durante anos foi apresentado como impossível.
Portugal foi ainda o país da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) onde os rendimentos dos trabalhadores mais cresceram no último ano, e a distinção da revista The Economist como “economia do ano” confirma que o percurso seguido não é apenas virtuoso internamente, mas reconhecido externamente.
Este desempenho assenta numa ação política clara do PSD: a de governar segundo um modelo que aposta no aumento dos salários, na redução de impostos e numa maior produtividade.
Um modelo de governação que exige coragem reformista, uma maior eficiência do Estado e uma Administração Pública simplificada e funcional.
Luís Montenegro “enterrou” de vez o pensamento de estarmos “razoavelmente bem” ou de “jogar para empatar”. Este é o momento de assumirmos a ambição de continuar a crescer e de jogar para ganhar. É altura de romper com o “deixa andar”, valorizar a excelência, promover o mérito e exigir mais do Estado, das empresas e dos cidadãos. A mentalidade “Cristiano Ronaldo”.
Criar riqueza não é um fim em si mesmo. É o instrumento mais eficaz para combater a pobreza, melhorar salários e pensões, investir na saúde, na educação, na habitação e proteger o património comum. Só um país que cresce pode ser verdadeiramente justo e solidário.
A mensagem final é simples: este é o momento de governar, reformar e executar. Não para fins partidários, mas para as pessoas.
É por isso que a mensagem de Luís Montenegro não foi apenas uma mensagem de Natal. Foi uma indicação de rumo para o país e um voto de confiança no futuro.
Bom 2026 a todos!




