A primeira Torre das Mulheres entra numa nova fase, com os instrumentos contratuais com o Município de Braga em fase de conclusão, um investimento global projetado próximo dos 100ME e uma dimensão internacional já em desenvolvimento.
O projeto abre agora, de forma seletiva, a investidores e parceiros estratégicos portugueses.
No sul de Braga, a Torre das Mulheres prepara-se para dar um novo passo num percurso iniciado em 2019.
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Concebida no encontro entre arquitetura, economia e identidade, a Torre pretende ultrapassar a lógica tradicional do empreendimento imobiliário e afirmar-se como a primeira expressão de um conceito criado em Portugal, mas pensado desde a origem para diferentes geografias.
O momento é particularmente relevante. A mais recente alteração do Plano Diretor Municipal de Braga, entretanto aprovada, veio permitir a construção em altura naquela área, reforçando o enquadramento urbanístico de um projeto cujo investimento global poderá aproximar-se dos 100 milhões de euros. Em paralelo, encontram-se em fase de conclusão os instrumentos contratuais com o Município de Braga, consolidando um processo desenvolvido ao longo dos últimos anos.
A dimensão internacional deixou, entretanto, de ser apenas uma ambição. A Torre das Mulheres conta já com capital e parceiros internacionais, enquanto o conceito começa a ser trabalhado para outras geografias. A prioridade, porém, permanece clara: concretizar primeiro Braga e fazer da primeira Torre a matriz do seu desenvolvimento internacional.
Na origem desta visão está também uma das grandes transformações económicas contemporâneas: a crescente força da economia feminina, associada a mais de 31 biliões de dólares de despesa de consumo anual a nível mundial.
A Torre das Mulheres procura interpretar essa realidade de uma forma própria: não apenas como um edifício, mas como uma infraestrutura e plataforma económica capaz de reunir sistemas, micromercados, experiências e cadeias de negócio sob uma identidade comum.
É neste contexto que a Filipe Correia SGPS abre agora, de forma limitada e seletiva, o projeto a investidores e parceiros estratégicos portugueses. Uma abertura que vai além do capital e procura aproximar empresários, marcas e organizações com experiência nos seus próprios mercados e vontade de participar no ecossistema que se pretende construir em torno da primeira Torre.
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“Há uma diferença entre construir um edifício e criar algo capaz de gerar uma economia à sua volta. É essa segunda ideia que nos interessa. A Torre das Mulheres foi pensada como uma infraestrutura onde negócios, experiências e mercados se encontram sob uma identidade comum. A dimensão internacional já está em movimento, com capital e parceiros que hoje fazem parte deste percurso. Agora queremos abrir essa primeira porta também a Portugal. A investidores, naturalmente, mas também a empresários, marcas e parceiros que conheçam profundamente os seus mercados e que possam encontrar na Torre espaço para criar, crescer e desenvolver novos negócios. Este não é um projeto que começou agora. É um caminho que vimos a desenvolver desde 2019 e que entra hoje numa fase decisiva, com os instrumentos contratuais com o Município de Braga em fase de conclusão. A primeira nasce no sul de Braga, onde estão as nossas raízes. É aqui que queremos concretizar a matriz do conceito e é daqui que queremos partir para o mundo. A ideia nunca teve fronteiras“, afirma Filipe Correia.
As manifestações de interesse serão tratadas de forma individual e reservada pela Filipe Correia SGPS, através dos seus canais institucionais.
A Filipe Correia SGPS tem raízes empresariais em Braga e uma história familiar ligada ao Grupo Arlindo Correia. Através da Women Investimentos, projeta hoje essa herança numa nova geração de investimentos e conceitos ligados à economia feminina, combinando experiência empresarial portuguesa com uma visão orientada para novos mercados e geografias.








