O primeiro-ministro Luís Montenegro reafirmou esta quarta-feira em Coimbra que o Governo mobiliza todos os meios disponíveis para que “ninguém fique para trás” na resposta às consequências das recentes tempestades e inundações que afetaram várias regiões do país.
A declaração foi feita durante uma visita às instalações da Agência Portuguesa do Ambiente, ao lado do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e da ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho.
Montenegro vincou que a prioridade do Executivo é a proteção das populações, articulando a resposta de emergência com a prevenção e a recuperação de infraestruturas danificadas em todo o território. “Estamos a aproveitar todas as capacidades que temos no terreno, desde as juntas de freguesia às estruturas centrais do Estado”, declarou, segundo comunicado oficial do Governo.
O Governo prolongou o estado de calamidade e ativou mecanismos de coordenação nacional para enfrentar os impactos do mau tempo, com apoio de forças de proteção civil, forças armadas e autarquias locais. Montenegro destacou que a ação integrada visa acelerar o regressso à normalidade e inclui medidas de assistência a famílias, agricultores e empresas afetadas, financiadas com instrumentos públicos e europeus.
(vídeo) Montenegro prolonga situação de calamidade e anuncia resposta “sem precedentes”
Em várias regiões, incluindo no distrito de Vila Real, o primeiro-ministro destacou a necessidade de visitar o terreno para aferir a eficácia das operações e ajustar respostas sempre que necessário. A articulação internacional com Espanha em gestão de caudais de rios transfronteiriços também foi apontada como crucial para evitar consequências mais graves.




