Diretor titular da Orquestra Filarmónica de Braga terá um ano de 2026 marcado por concertos e masterclasses na Europa, América e Ásia.
O maestro português Filipe Cunha comemora em 2026 o seu 15.º aniversário de carreira como Diretor Musical, consolidando um percurso pautado pelo rigor, sensibilidade e uma intensa atividade internacional. Reconhecido pela crítica e pelos seus pares pela elevada musicalidade e capacidade de liderança artística, o maestro titular da Orquestra Filarmónica de Braga, cargo que ocupa desde 2014, prepara-se para um ano de celebrações que atravessa fronteiras geográficas e culturais, reafirmando o seu papel como embaixador da cultura musical portuguesa.
A agenda de 2026 apresenta-se como uma das mais ambiciosas do seu trajeto, com passagens confirmadas por países como Cuba, Brasil, Venezuela, Itália, Uzbequistão, Polónia e Espanha, além de uma presença especial nos Açores. Para além da direção de prestigiadas orquestras sinfónicas e de câmara, Filipe Cunha será presença assídua como júri em concursos internacionais de direção e na condução de masterclasses, respondendo ao crescente número de convites vindos de instituições de ensino e projetos educativos de referência mundial.
O trabalho de Filipe Cunha é admirado pela forma como promove ambientes de trabalho de excelência, resultando em interpretações que primam pelo cuidado na preparação das obras. Ao longo destes 15 anos, o maestro tem colaborado com inúmeros ensembles e orquestras de sopros, destacando-se pela versatilidade em diversos contextos artísticos. As celebrações de 2026 não só honram o passado do maestro, mas projetam também o futuro da música erudita portuguesa no palco global.





